domingo, 22 de maio de 2016

XI

Eu,
sempre rua,
tua, 
crua, 
Agora fico minha,
sozinha.
Sonho o tempo perdido,
digo,
mendigo,
um pouco mais de lua,
rua,
tua.

É a vontade de ser,
conhecer,
estar, 
viajar,
dançar,
passear,
namorar e 
sonhar,
que me faz pensar,
chorar, 
lamentar e 
esperar...

quarta-feira, 11 de maio de 2016

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A vida!
Estive pensando, por vários dias, o que seria a vida. 
Será que o caminho que sigo é o melhor?! 
Será que a falta de sentimentos estremos me faz correr menos perigo e traçar uma longa viagem?
Hoje caminhando na rua, rumo ao centro da cidade, o dia estava cinza e frio, a chuva já havia me molhado por inteiro. 
As noticias e trabalhos do dia não eram bons...mas o sentimento de vazio, já estabelecido, me tomavam. 
Somente poderia me sentir solta, uma pena, dessas bem finas e pequenas que o vento leva, solta em uma ventania e que nada sentia, só aceitava as direções e movimentos que o vento á levava. Estava consciente de tudo que acontecia, as coisas ruins e boas, mas sem força para contestar a vontade do vento...assim sigo, enquanto o vento me leva, sigo o caminho, penso, mas não questiono...aceito.