segunda-feira, 24 de novembro de 2014

VII

Te chamarei de sol.
Quando a lua chegar,
O chão molhar,
E uma única flor brotar.

Te chamarei de vão.
Quando não tão pequeno for,
Por forte, dor ou aflição.

Te chamarei de amor,
Se pelo destino cruzar 
Tão solene se alastras 
Como fogo na plantação.

E só então, te ensinarei,
A ser sentido, 
Além do ser, 
Que ultrapasse 
A razão.

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